Esse será o primeiro de uma série de dois artigos sobre automação de periféricos (escrever sobre automação residencial levaria consideravelmente mais tempo). A intenção aqui será explicar como seria possível controlar objetos que podem ser automatizados via energia elétrica, qualquer coisa que possa ficar ligado diretamente em uma tomada, que cortando e ligando a energia elétrica seja suficiente para colocar em funcionamento ou interromper o uso (por exemplo um abajur, uma lâmpada, um ventilador, etc). Há ainda a possibilidade de automatizar dispositivos controlados por infra-vermelho, também conhecido como controle remoto (televisores, conversor de tv a cabo, ar condicionado, aparelhos de som, etc). Tudo controlado pelo telefone celular, de qualquer lugar que tenha acesso à internet.

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Se você já esteve na situação de ter que marcar diversos pontos (para furação) na lateral de uma chapa de MDF (por exemplo), sabe que marcá-los com precisão, no centro da borda pode ser chato e demorado (até complicado dependendo da espessura da chapa). Com esta ferramenta, essa tarefa passa a ser muito simples.

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Qualquer pessoa que já tenha trabalhado com solda de estanho (para fios, cabos e placas), sabe que o processo libera uma fumaça. Essa fumaça pode ser considerada tóxica, contendo até mesmo metais com chumbo. Quando se trabalha com eletrônica de uma forma profissional, o ideal é adquirir um exaustor pronto, porém, como este produto é relativamente caro, para um entusiasta amador pode não ser atrativo. Eu mesmo, por muito tempo, me virei “assoprando” a fumaça para longe. Porém, cansei desse processo e resolvi, dentro da tradição de um DIYer, montar o meu próprio.
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Existem várias maneiras de conectarmos um controle remoto a um PC. Não discutirei se é certo ou errado ainda utilizar-se de controle com infra-vermelho para controlar dispositivos. O objetivo desse post é o de mostrar que é possivel instalar um controle remoto que LIGUE o PC (desde que tenha uma fonte ATX ou compatível).

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Até há pouco tempo atrás, meu fonte de ouvidos, que utilizo no meu computador, ficava pendurado em um gancho, colado na lateral do gabinete. Porém, recentemente, investi em um fone de ouvidos de melhor qualidade sonora e mais bonito. Achei que ele não merecia ficar pendurado no mesmo gancho do anterior, então decidi procurar por um suporte melhor acabado que eu pudesse imprimir.
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Continuando do projeto anterior a ideia agora é melhorar o visual da caixa para dar uma aparência mais condizente com a funcionalidade para a qual ela foi projetada. Para isso vamos colocar na tampa um adesivo semelhante aos utilizados nos arcades convencionais. Também vamos aproveitar e melhorar o acabamento a longo prazo adicionando uma camada de acrílico para proteger a estampa do adesivo e melhorar mais ainda a aparência.

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Quando se começa a trabalhar com projetos eletrônicos, um dos ítens mais importantes é uma fonte de energia. Existem vários caminhos a seguir nesse sentido:

  • Comprar uma fonte específica para cada voltagem necessária (12V e 5V são bem fáceis de se encontrar, 3.3V nem tanto)
  • Usar a USB do computador (com Arduino é quase padrão fazer isso)
  • Usar pilhas (prepara a carteira…)

Para projetos simples e pouco frequentes, é possível seguir assim, porém, ao se começar a levar a sério a questão, essas opções deixam a desejar por vários motivos (pouca praticidade, pouca potência, …). A partir daí, pode-se adquirir uma fonte de bancada, que em geral custa bastante dinheiro ou, sendo um bom DIYer, pode-se utilizar uma fonte AT/ATX antiga e fazer a sua própria fonte de bancada, com todos os recursos que se desejar.

Este artigo trata da construção do gabinete para a fonte de bancada que eu construí. A segunda parte deste artigo encontra-se no link Fonte de Bancada Parte II – Montagem.
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Algumas impressoras FDM (como a Prusa i3,e outras), tanto quando adquiridas montadas ou em kit, já possuem o recurso auto-leveling, ou seja, de nivelamento automático do bico de impressão relativo à mesa, de forma que a distância entre ambos seja sempre a mesma – e a mínima possível. Porém, existem outras impressoras / kits que não possuem tal recurso. Nesses casos, é necessário fazer uso dos endstops (micro-chaves que limitam o movimento no eixo) e, para ajuste fino, parafusos/molas que alteram a altura da mesa.
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